
Hoje não é o aniversário da Elliny nem é uma data específica por algum motivo convencional, tipo dia das crianças, formatura, recital de piano, etc, etc... Mas senti uma vontade enorme de falar um pouco sobre o que sinto ao conviver com ela. Elliny chegou em minha vida quando eu tinha 25 anos. Lembro-me que morávamos em Artur Nogueira-SP, e todas as manhãs, quando ia para a Escola Adventista dar as minhas aulas de Ensino Religioso, pedia a Deus que, se possível fosse, se fizesse parte dos Seus divinos planos, que nosso primeiro bebê fosse uma garota.
Deus me deu mais que uma garota! Ele me deu a Elliny. Uma companheira que, com seu jeito tímido e muito parecido em alguns momentos com a Ellen (pessoa que amo e preenche minha vida...), me ensina a perceber em mim mesmo tanta coisa que preciso ajeitar antes de ver a volta de Jesus.
Gosto quando ela pega na minha mão para andarmos juntos. Ela já cresceu tanto que fico assustado! Fico pensando que vida a vida vai dar a ela, ou que vida ela vai buscar na vida, no momento em que ela está descobrindo a vida e as suas nuances.
Minha filha Elliny, a primeira filha, me ensina que o valor do tempo está em viver cada momento como se fosse o único (não o último... isso é muito fúnebre...) Hoje ela me pediu pra pegá-la no colo. Cada vez eu a vejo mais comprida, mais pesada, mais moça! Mas é a minha Elliny, minha primeira filha, a que dizem que se parece muito comigo. Que eu possa ser um pai de quem ela leve pra vida bagagens úteis e necessárias para sua caminhada.
Filha, como eu te digo sempre: "... o papai te ama muito, tá!"